terça-feira, 30 de outubro de 2012

The State allows you to sponser yourself!


Francisco Camacho, founder and director of Eira posted an open letter to Mr. Jorge Sampaio, president of Guimarães 2012 European Capital for Culture.

He speaks of a situation that has become quite "normal" these days... besides not having any public funding or having suffered serious cuts, Portuguese (as Spanish and others) creators are now "sponsoring" the State by taking on loans and paying for expenses that the State should have paid for in the first place… How did this happen? When did the State lost all liability before its citizens? Are they allowing the cultural sector to sponsor the country's image, society and cultural action? How kind of them!

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

The cool, digital Queen




For all of those that don't have time to be on facebook or twitter or Youtube: well... if the Queen does it, so should you! For the Olimpics she invited James Bond to pick her up, thus leaving the dream of many queens and princesses all over the world! But, she is the Queen, the real one! She doesn’t NEED to do this, or does she? You can draw your own conclusions; follow her everywhere if you want! 

Facebook – Gin O’Clock 

Twitter - @Queen-UK 

I leave you with the video (going on over 1 bilion views) and some digital consequences… the impact was huge, of course! 




If even the most famous, rich and powerful celebrity in the world is going digital, it makes you think why so many cultural institutions aren’t…






segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Património que fala

Estava à procura de um víseo sobre os monumentos e museus portugueses... e nada! De turismo, sim há muita coisa, mas dos musues e património só feitos por turistas e curiosos. Parece-me... estranho que não se comunique em vídeo, que não se "explique" porque é que é bom visitar o património português.
Sabem porque é que se deve ir ao Louvre? Eu também, mas mesmo assim, explicam-no! E muito bem! Dá-me mesmo vontade de ir ao Louvre passar um dia inesquecivel e romântico e aprender imenso sem esforço nenhum. Já sei, já sei, os franceses têm muito dinheiro para a cultura! Mas se é exemplos baratos que queremos, vejamos este do Centro Nacional dos Monumentos (Franceses). Pois é... foi barato e é cool, moderno, agitado e vivo! Sim, sim, é sobre monumentos, palácios, igrejas e outras coisas velhinhas!
 
 

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

o velho e o novo

Penso sobre o velho e o novo, o novo inspirado no velho, o ensino e a aprendizagem partilhados entre novos e velhos: vê-se cada vez mais a procura de inspiração no passado, o olhar para trás para encontrar caminhos para o futuro. E enquanto penso nisso e em como isso se reflecte na criação artística, penso também em como esse olhar para o passado está influenciado pelo ensino, pela transmissão de conhecimentos, de conceitos ou hábitos. E se essa influência é tão óbvia em algumas disciplinas como as artes aplicadas, a música ou cinema, não me parece nada tão clara nas artes cénicas. Pode o teatro olhar para trás e continuar a caminhar para a frente? A dança? E se calhar mais importante - é interessante que o façam? Acho importante um ensino acessível e cativante, acho importante para a formação de cidadãos e artistas que se conheça o passado, mas a pergunta cuja resposta pode ser interessante é se essa transmissão, essa herança cultural se pode manifestar claramente num palco.Teremos a generosidade de aceitar o passado e deixá-lo moldar o nosso presente hiper-moderno? Resistiremos à tentação da "visão pessoal actualizada"? Como é que se transmite essa influência?

Dois vídeos muito diferentes sobre esta questão:




quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Low cost artist



Começo agora a minha tese de final de mestrado (suspiro profundo). Página de Facebook e site online, tudo a postos para receber criadores que andam pelo menos há dois anos a fazer omoletes sem ovos...
As perguntas interessantes são as que nos podem dar novas visões do que é gerir dinheiro e ser criativo ao mesmo tempo... sobreviver criando, com reduzidos recursos financeiros. E mais: descobrir o que nos separa e nos une enquanto europeus, enquanto membros de uma sociedade que ainda vê a cultura como um bem essencial - mais num países que noutros, arrisco desde já, antes dos resultados do estudo! E afinal como vêm os criadores as suas obras na sociedade? Ainda é importante ou possivel mudar o mundo através das artes performativas?

Por favor visitem o site e o facebook e divulguem!

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Not all the time, sure, but more often.


This or that?

Don’t follow, lead.
Don’t copy, create.
Don’t start, finish.
or even,
Don't sit still, move.
Don't fit in, stand out.
Don't sit quietly, speak up.
Not all the time, sure, but more often.

é daqui!

segunda-feira, 9 de julho de 2012

Qualquer relação com "música" é pura coincidência...


Justin Bieber é uma máquina de fazer dinheiro, ponto. É capa da revista Forbes e um dos maiores nomes no que diz respeito a investimento privado em tecnologia. Conseguiu tudo isto através da música? Não, através das redes sociais - This cultural phenomenon, born of social media, took a modicum of fame and tossed it into the digital echo chamber.
O artigo da Forbes é esclarecedor e vale a pena ler para entender como é que um fenómeno da música tem tão pouco a ver com música, e aos 19 anos sabe mais de negócios que a maioria de nós aos 40... A música há muito tempo que deixou de ser "só" música e a indústria tem sofrido mudanças brutais, fazendo muitas vezes com que a música seja o pormenor quase irrelevante. A questão aqui é como a intervenção financeira destes jovens artistas muda a sua posição no mundo e o seu poder, já não apenas como "opinion makers" importantes, mas como forças de mobilização de massas acima do Presidente dos EUA, por exemplo! Mobilização de massas para... consumir, bem visto! Mas já não se fala só de consumir música, mas de todos os produtos onde os seus ídolos investem - é uma manipulação muito mais poderosa...
Aparece este ano como o nº3 das celebridades mais influentes no mundo, de acordo com a famosa listagem da Forbes, ao lado de uma esmagadora maioria de cantores, ou será melhor dizer, celebridades do mundo da música...