sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Look for the numbers!



How come brilliant Swedish health students know less of the world than chimpanzees? It’s easy: chimpanzees have no pre-conceived ideas of the world or of human beings! So… maybe we should look for the numbers to know the world better, we should look at people without our personal “filter” of what we think of “them” – and by doing so we could at least know the same as apes do!

This is a 2006 Ted Talk on Health and Economy, but if we were to do the same questions related to culture, would our answers be any different? 



terça-feira, 30 de outubro de 2012

The State allows you to sponser yourself!


Francisco Camacho, founder and director of Eira posted an open letter to Mr. Jorge Sampaio, president of Guimarães 2012 European Capital for Culture.

He speaks of a situation that has become quite "normal" these days... besides not having any public funding or having suffered serious cuts, Portuguese (as Spanish and others) creators are now "sponsoring" the State by taking on loans and paying for expenses that the State should have paid for in the first place… How did this happen? When did the State lost all liability before its citizens? Are they allowing the cultural sector to sponsor the country's image, society and cultural action? How kind of them!

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

The cool, digital Queen




For all of those that don't have time to be on facebook or twitter or Youtube: well... if the Queen does it, so should you! For the Olimpics she invited James Bond to pick her up, thus leaving the dream of many queens and princesses all over the world! But, she is the Queen, the real one! She doesn’t NEED to do this, or does she? You can draw your own conclusions; follow her everywhere if you want! 

Facebook – Gin O’Clock 

Twitter - @Queen-UK 

I leave you with the video (going on over 1 bilion views) and some digital consequences… the impact was huge, of course! 




If even the most famous, rich and powerful celebrity in the world is going digital, it makes you think why so many cultural institutions aren’t…






segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Património que fala

Estava à procura de um víseo sobre os monumentos e museus portugueses... e nada! De turismo, sim há muita coisa, mas dos musues e património só feitos por turistas e curiosos. Parece-me... estranho que não se comunique em vídeo, que não se "explique" porque é que é bom visitar o património português.
Sabem porque é que se deve ir ao Louvre? Eu também, mas mesmo assim, explicam-no! E muito bem! Dá-me mesmo vontade de ir ao Louvre passar um dia inesquecivel e romântico e aprender imenso sem esforço nenhum. Já sei, já sei, os franceses têm muito dinheiro para a cultura! Mas se é exemplos baratos que queremos, vejamos este do Centro Nacional dos Monumentos (Franceses). Pois é... foi barato e é cool, moderno, agitado e vivo! Sim, sim, é sobre monumentos, palácios, igrejas e outras coisas velhinhas!
 
 

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

o velho e o novo

Penso sobre o velho e o novo, o novo inspirado no velho, o ensino e a aprendizagem partilhados entre novos e velhos: vê-se cada vez mais a procura de inspiração no passado, o olhar para trás para encontrar caminhos para o futuro. E enquanto penso nisso e em como isso se reflecte na criação artística, penso também em como esse olhar para o passado está influenciado pelo ensino, pela transmissão de conhecimentos, de conceitos ou hábitos. E se essa influência é tão óbvia em algumas disciplinas como as artes aplicadas, a música ou cinema, não me parece nada tão clara nas artes cénicas. Pode o teatro olhar para trás e continuar a caminhar para a frente? A dança? E se calhar mais importante - é interessante que o façam? Acho importante um ensino acessível e cativante, acho importante para a formação de cidadãos e artistas que se conheça o passado, mas a pergunta cuja resposta pode ser interessante é se essa transmissão, essa herança cultural se pode manifestar claramente num palco.Teremos a generosidade de aceitar o passado e deixá-lo moldar o nosso presente hiper-moderno? Resistiremos à tentação da "visão pessoal actualizada"? Como é que se transmite essa influência?

Dois vídeos muito diferentes sobre esta questão:




quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Low cost artist



Começo agora a minha tese de final de mestrado (suspiro profundo). Página de Facebook e site online, tudo a postos para receber criadores que andam pelo menos há dois anos a fazer omoletes sem ovos...
As perguntas interessantes são as que nos podem dar novas visões do que é gerir dinheiro e ser criativo ao mesmo tempo... sobreviver criando, com reduzidos recursos financeiros. E mais: descobrir o que nos separa e nos une enquanto europeus, enquanto membros de uma sociedade que ainda vê a cultura como um bem essencial - mais num países que noutros, arrisco desde já, antes dos resultados do estudo! E afinal como vêm os criadores as suas obras na sociedade? Ainda é importante ou possivel mudar o mundo através das artes performativas?

Por favor visitem o site e o facebook e divulguem!

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Not all the time, sure, but more often.


This or that?

Don’t follow, lead.
Don’t copy, create.
Don’t start, finish.
or even,
Don't sit still, move.
Don't fit in, stand out.
Don't sit quietly, speak up.
Not all the time, sure, but more often.

é daqui!